PISCINA DO PARQUE DA CIDADE VIRA FOCO DE DENGUE

Mesmo com a falta de chuva, o município vive em alerta contra a dengue. Desta vez, a preocupação da população é com a piscina do Parque da Cidade, que está abandonada formando um depósito de água parada, que é o local propício para o desenvolvimento do mosquito transmissor da doença.

A piscina semiolímpica foi construída em 2010, utilizada apenas em algumas competições e não teve manutenção adequada ao longo dos anos. Atualmente, pessoas que residem próximas ao local relatam que ela encontra-se abandonada, com água parada e com alta vegetação ao redor.

De acordo com moradores da redondeza, a prefeitura já foi notificada diversas vezes sobre o problema, mas até então, nenhuma providência foi tomada. O aposentado José Miguel de Souza, que reside há 22 anos no bairro Roberto Silveira, localizado próximo ao Parque da Cidade, se queixa do descaso da prefeitura. “É um absurdo a prefeitura deixar aquele local ser um criadouro de dengue, é um descaso total com a saúde da população. Não adianta os moradores tomarem as medidas preventivas se a própria prefeitura não toma”, diz o senhor com indignação.

Outra moradora do bairro Roberto Silveira, que não quis se identificar, contou já ter adquirido a doença e temer contrair novamente. Ela relata ainda não entender como um local público pode estar sendo foco de dengue, sendo que a prefeitura executa programas de prevenção contra a doença. “As autoridades já estão cientes do problema, mas não tomam atitude alguma. O pior é nós fazermos a nossa parte nos prevenindo e pegarmos a doença por conta da falta de consciência de outros”, relata a mulher.

Em nota, a secretaria de Saúde de Barra Mansa, por meio do setor de Vigilância Ambiental, informou que várias providências já foram tomadas a respeito da piscina localizada no Parque da Cidade, que vão desde a colocação de areia no fundo da piscina a aterramento das casas das bombas (filtros). O setor informou ainda que, semanalmente, a piscina é tratada com larvicida para a eliminação de possíveis focos do Aedes aegypti.

Sobre os programas de combate à Dengue, a Coordenadoria de Vigilância Ambiental, informou que a prevenção e o controle da dengue são feitas ao longo do ano, por meio de campanhas de conscientização, vistorias e também passagem do carro fumacê. Para a eliminação do transmissor na fase adulta, é espalhado inseticida em aerossol que age por até sete dias no local. A secretaria municipal de Juventude, Esporte e Lazer informou que a piscina está inativa, pois não apresenta condições de uso, contendo rachaduras e degradação provocada pelo tempo, um projeto de construção de uma nova piscina no Parque da Cidade está sendo estudado para o futuro.

Matéria por: Liz Roxo

Matéria: Liz Roxo

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